quarta-feira, 20 de maio de 2015

Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas: jamais jogue alguém fora.” – Audrey Hepburn

Eu sou apaixonada por crianças e por tudo que elas têm a me ensinar. Os bebês são dóceis pela sua natureza (e bobeiras que fazemos só para vê-los sorrir). Quando estão prestes a dar os primeiros passos a única coisa que precisam é de um olhar que lhes mostrem confiança o suficiente para aventurar na caminhada. Aprendem a se expressar e acreditam com toda sua inocência que o beijo pode curar de verdade.
Imagino que nós os "crescidos" temos grande influência sobre eles. Não adianta dizer que algumas atitudes são erradas, que é feio fazer se você, o espelho delas faz. Algumas crianças precisam de um cuidado a mais...mesmo tendo excelentes exemplos em casa, já foram influenciados por outros convívios (rua, escola) pelos desenhos que passam na TV e vou confessar...não se faz mais desenhos como antigamente.
Muitas coisas mudaram, principalmente a forma "pratica" e rápida de se comunicar mas infelizmente essas ferramentas não estão sendo muito bem utilizadas. É tanta facilidade que ninguém consegue enxergar a consequência de seus atos.
Não podemos perder a esperança em ensinar pra eles o caminho certo, a respeitar os mais velhos...a dar ouvido ao que eles têm a nós dizer. Um dia em nossas vidas essas palavras farão todo sentido.
Dedique um tempo a mais com os pequenos...não reclame se quando eles crescerem não tiverem tanto tempo pra vocês!
Crie momentos sólidos pra sua família. Apague a luz de casa, faça uma cabana., não lhes comprem coisas. Ofereça o que  você tem e recebeu de graça que é o AMOR! Valorize isso.

Andreza Camillo 

domingo, 17 de maio de 2015

“Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum.” – Frank Clark

Pensamentos saltam em minha mente e sinto que é um bom momento estar aqui. Com tudo que anda acontecendo é um verdadeiro milagre, uma honra...um privilégio estarmos vivos. 
Na minha infância não era perigoso brincar na rua de casa até tarde da noite porque meus pais conheciam minhas companhias, a vizinhança...a índole das pessoas. Antigamente grandes tragédias eram vistas na TV e a gente "ouvia" falar desses fatos, agora, fico sabendo da notícia bem antes de ligar a televisão porque infelizmente não tem acontecido muito longe daqui.
Sempre que converso com minha mãe, minha vó elas me contam sobre as dificuldades do "seu tempo",como foi cuidar de seus filhos e como se sentem agraciadas por Deus por tudo ter dado certo até aqui. Mas, e eu? O que posso dizer do meu tempo? Não posso considerar difícil nunca pelo fato de grande parte das pessoas do meu tempo (que ainda não completaram 18) encontrarem caminhos "desafiadores"  para suprir as necessidades. Mas é uma pena que essas escolhas encerraram suas vidas.
O que está acontecendo?
 Será que não tem mais jeito?
Quanto vale uma vida?

Tenho aprendido coisas valiosas sobre o fato de estarmos vivos. O primeiro e mais importante dele é porque DEUS quer.
Pessoas em coma simplesmente acordam...
Pessoas soterradas por dias saem dos escombros ilesas...
Pessoas são atropeladas e saem sem um arranhão sequer.

Ninguém sabe quando se o "amanhã" irá chegar. Tenho lá minhas duvidas... Por isso vou aproveitar o quanto puder o dia de hoje.

Andreza camillo

sexta-feira, 8 de maio de 2015

E "se"...?

Hoje tive um daqueles sonhos que me faz pensar em pequenos detalhes da vida: a morte.As coisas estão tão fora do lugar que as vezes, só as vezes me pergunto se as pessoas estão mudadas ou sendo moldadas (e não digo isso como uma coisa boa) porque ao meu ver, nada ficou no lugar. 
Fiquei refletindo sobre algo que ouvi e acho que ninguém até esse momento deu muito valor a isso. Quando  as pessoas casadas perdem o seu cônjuge (marido perde a mulher ou vice-versa) dá-se o nome de viúvo/viúva; quando os filhos perdem seus pais são chamados de órfãos. Mas e se uma mãe, um pai perde seu filho...a gente chama de que? 
Em algum lugar do mundo são 22:00 horas. Você sabe onde estão seus filhos? No meu caso, minha mãe com certeza saberia.
Sei que não existe um jeito de abraçar o mundo com as mãos e não quero torná-los responsáveis pelas tragédias pelo mundo a fora mas, e se...fosse alguém de sua família estivesse em perigo e você não estivesse por perto pra salvar, gostaria que alguém pudesse fazer algo a respeito em seu lugar?
Infelizmente a gente não sabe quando uma fatalidade dessas pode ocorrer mas se desse-mos mais importância a nossas  nossas atitudes,se conseguisse-mos proteger a maior quantidade possível em nossos braços...Algumas dessas pessoas poderiam estar lendo essa mensagem agora. Apenas UMA PALAVRA pode mudar toda uma trajetória de vida. 
Não os perca de vista!