segunda-feira, 30 de maio de 2016

Acorda princesa, acorda! Sorria pois o melhor da vida te espera. Dance ainda que fora do ritmo, ainda que seus passos não façam o menor sentido. Caminhe ainda que não conheça o caminho. Confie nos seus passos... não se perca dentro de si.
Não perca sua beleza, não perca sua essência, não perca o brilho que há em ti. Enxugue esses seus olhos doce menina, sinta o vento que balança teus cabelos,respire fundo, não tenha medo. Amanhã haverá um novo e maravilhoso dia a sua espera se hoje você se permitir. Permita-se!
Não ligue se dizem que seus sonhos são bobos, que seus desejos são passageiros ou que você não mereça. Se conseguir se enxergar por dentro e acreditar com toda sua força, de toda sua alma, tudo que almeja pode se cumprir.
A vida é feita de sonhos, desafios e planos. Arrisque-se ainda que se arranhe pelo caminho e não permita que o desamarrar de seus cadarços te impeçam de prosseguir. 
Queira mais, faça mais, seja mais por você!
Encontre a música perfeita pra ocasião, coloque o fone de ouvido, aumente a música ao máximo não para estourar seus tímpanos, mas para que a música  toque com toda força bem dentro da sua alma. 
E mesmo que te falte vontade, seja forte. Mas não forte de "força física", forte pra confiar em si mesmo e acreditar no seu potencial.
Forte pra se olhar no espelho todas as manhãs e sorrir com toda felicidade do mundo com orgulho da pessoa incrível que está refletida ali.
Forte sem se sentir pequeno...sem deixar que os outros o influenciem a ponto de esquecer se toda essa grandeza que cabe dentro de si.
Não sei se ainda chove lá fora, mas as gotas que rolarem dos seus olhos farão a devida limpeza se permitir.
Sinta-se leve!
Que o céu não seja o limite.

Andreza Camillo.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A felicidade não esta naquilo que você ganha mas naquilo que você é mesmo não tendo nada!

Fechei os olhos por alguns segundos. Nessa nossa vida corriqueira, concentrei-me nas coisas que ouvia e me perguntei:  Quando foi que a vida deixou de ser sentida?
Não digo no sentido de "sentir" frio, calor ou algo relativo mas, sentir sua importância no mundo, sobre a capacidade de fazer algo por si mesmo, por alguém. Antigamente, tinha-se muitos filhos não porque as condições financeiras eram melhores mas porque ter a casa cheia, estar com pessoas era fundamental, importante. Hoje em dia, as pessoas andam tão desligadas, despreocupadas, "desconectadas" da vida que ninguém percebeu que no lugar onde um novo prédio apareceu, uma árvore morreu. Que o desperdício individual vai afetar no coletivo. Ninguém se importa quando joga lixo no chão todo dia mas tem sempre um alguém  tentando achar um culpado quando em tempos de chuva tudo começa alagar porque os bueiros estão intupidos...melhor dizendo, achar um culpado para seus erros cometidos. São pequenos detalhes como um grão de areia que ninguém percebe...mas muitos grãos de areia reunidos torna tudo bem perceptível.
Estamos tão acostumados a fazer a mesma coisa todo dia, seguir pelo caminho...que a gente olha para o que nos rodeia e vê como se tudo continuasse parecido. 
Nossos dias andam tão "programadinhos" que acordar esperando algo novo de fato, não faz o menor sentido!
Não sou de ficar puxando assunto com desconhecidos mas, hoje, me deu uma vontade de fazer uma pergunta boba, falar sobre o tempo, puxar assunto só pra saber se...sei lá, se as pessoas continuam sendo "pessoas" e não robozinhos. Creio que, por esse costume rotineiro do caminho, não nos importamos mais em prestar atenção na vida real, porque no mundo "artificial", o fictício se tornou mais empolgante, mais divertido. Essas pessoas que encontro quase todos os dias precisam desafogar e desapegar de todo esse consumismo, materialismo,de todos os "ismos",de tudo que só estufa o ego pra que no fim do dia estejam pelo menos 1% felizes por todas as coisas que tenham conquistado, que tenham vivido. Pra que sejam orgulhosos de seus feitos...sejam agradecidos!
Quem sabe então, chegue aquela fase da vida em que nós tenhamos plantado uma árvore, criado a cura pra alguma doença, escrito um livro.

Andreza Camillo